ESCRITA

IDEAS WORDS STORIES

A escrita sempre foi uma grande paixão minha. Nesta secção do laboratório encontram um diversificado leque de projetos de escrita que realizei ao longo dos anos, desde críticas, copywriting, spots de rádio e muito mais!

  1. 01Lorde — Pure HeroineCRÍTICA MUSICAL

    Crítica ao álbum Pure Heroin da artista Lorde. Publicada no ComUM.

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  2. 02Bola de EspelhosREVISTA

    Criação da Revista “Bola de Espelhos”, no âmbito da unidade curricular “Atelier de Jornalismo I”. Neste projeto, realizado em grupo, pode trabalhar diversas competências, como escrita noticiosa, críticas, recomendações, uma reportagem, web design (worpress) e trabalho em equipa.

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  3. 03Análise Fílmica — Before SunriseANÁLISE FÍLMICA

    Análise fílmica do filme Before Sunrise

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  4. 04Haja o que HouverGUIÃO

    Guião para uma curta-metragem.

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  5. 05The Pillow BookCRÍTICA DE CINEMA

    Crítica ao filme “The pillow Book”

    "The Pillow Book" é um filme de 1996 realizado por Peter Greenaway, que se insere no nos estilos cinematográficos drama, romance e erótico. Baseia-se no livro "O Livro do Travesseiro " de Sei Shōnagon, que conta com reflexões da vida quotidiana da autora durante o período Heian no Japão. Na criação do filme, Peter Greenaway usa elementos do livro como ponto de partida para explorar temas como desejo, identidade e expressão artística.

    Esta obra cinematográfica conta a história de Nagiko, uma mulher japonesa cuja infância é marcada pela tradição que o pai tinha de escrever caracteres de feliz aniversário na pele da sua face. Em busca de conectar-se com o seu passado, Nagiko procura um amante capaz de satisfazer os seus desejos carnais e artísticos, ao escrever no seu corpo nu.

    Assim, este filme é repleto de erotismo e choque visual, dando um especial destaque ao corpo humano. É uma obra fora do vulgar, capaz de agradar apenas um pequeno nicho de espectadores, já que rejeita a normalidade, não só pelo seu conteúdo bizarro, mas até mesmo pela sua estilo de produção, como a sobreposição de planos e a enorme variedade de cores, chegando a misturar cores vivas, como o vermelho, com preto e branco no mesmo plano.

    Se o espectador procura ver um filme fácil de dirigir e que suba os seus ânimos, “The Pillow Book” deverá estar sem dúvida no fundo da lista. Tem uma concentração demasiado elevada de cenas sexuais que chegam a ofuscar o verdadeiro significado da narrativa, para não falar do desenrolar da história fastidioso que satura e aborrece. Por outro lado, é possível entender o porquê do filme conseguir agradar um certo grupo de pessoas. O cinema é uma forma de arte e o conceito de arte muitas vezes perde-se no dicionário da nossa mente. A arte não é necessariamente uma promoção de beleza, não se insere num pequeno rótulo. Muitas vezes tem o intuito de chocar, de deixar as convenções da sociedade para trás e criar todo um novo mundo de possibilidades, de coisas nunca antes vistas. Esse é o caso deste filme. Para muitos pode não provocar sensações positivas, mas a sua visualização não incita apatia.

    Por essa razão, é possível concluir que “The Pillow Book” é uma longa-metragem bem sucedida, uma obra de arte ousada que transcende as convenções tradicionais de estética, som, e de história. É bastante visual e dá a entender que o realizador deu mais relevo à criação de uma estética poderosa ao invés da narração de uma história forte e personagens com substância.

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  6. 06PatersonCRÍTICA DE CINEMA

    Crítica ao filme “Paterson”, de Jim Jarmusch

    “Paterson” é um filme realizado por Jim Jarmusch, lançado em 2016. Esta obra narra a história de um motorista chamado Paterson que, curiosamente, vive numa cidade em Nova Jérsia, nos EUA, também chamada Paterson. Para além de motorista de autocarro, a personagem principal é também um dedicado poeta aspirante, que aproveita todas as oportunidades que lhe surgem durante o dia para escrever a sua poesia.

    Através da sua visualização, é notório que este filme dá uma grande relevância à simplicidade, ao mergulharmos na vida mundana de Paterson, o qual vê beleza e poesia na naturalidade do mundo ao seu redor, tomando-o como inspiração para a sua arte. Paterson vive uma vida com um aspeto que muitos de nós cidadãos “normais” partilhamos: uma rotina fixa. Exemplo disso é o detalhe de Paterson conseguir acordar todos os dias à mesma hora sem sequer precisar de despertador. Este aspeto pode fazer com que muitos espectadores se identifiquem com a personagem principal. Um mero cidadão, com uma vida normal, um emprego normal, uma rotina diária sem escapatória, mas em si tem o bichinho da arte, da poesia, do mundo das letras que embelezam a vida e agradam a alma.

    O protagonista utiliza a poesia para se exprimir, e é através dela que se denotam os seus sentimentos perante a vida que o rodeia, assim como as suas perspicazes observações. Adam Driver, que interpreta o motorista, apresenta uma performance excelente, conseguindo capturar e transmitir maravilhosamente a essência da sua personagem. Em contraste com a seriedade de Paterson, a sua mulher Laura aparece como um ponto de luz na vida do marido, sendo a sua maior apoiante no que toca à poesia e enchendo-o de amor e alegria.

    Em síntese, este filme, com o destaque do quotidiano humano, apresenta uma atmosfera envolvente que apaixona quem o vê. Mesmo que a trama se desenrole calmamente, é uma obra cinematográfica bastante agradável de ver e analisar. Nem sempre os melhores filmes são aqueles que têm mais ação, sangue, explosões. Por vezes é bom ver aqueles que oferecem conversas inteligentes e pensamentos profundos.

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  7. 07SANJO — Spot de RádioCOPYWRITING

    Copy para o spot de rádio para a campanha da marca SANJO, que realizei em contexto académico. Para além de escrever, gravei e editei o conteúdo em adobe audition.

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  8. 08Rio Minho — Spot de RádioCOPYWRITING

    Copy para o spot de rádio da campanha da marca Rio Minho.

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    Rio Minho — Spot de Rádio — gravação

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  9. 09Forte Store — Dia da MãeCOPYWRITING

    Copy para a realização de uma campanha do dia da mãe da Forte Store em contexto académico.

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